Não gosto de deixar escorrer aquela conversa condescendente com falinhas mansas, logo na hora de acabar namoros.
Tinha medo das reacções:
mas porque é que tás assim?
queres falar comigo assim do nada?
não pareces o mesmo...
Elas já sabiam antes de eu dizer alguma coisa, passava por falso - nada que me desmerecesse - desconfiavam de um terceiro vértice num triângulo imaginário, sangue, e todos estes detalhes afiguram-se mais tarde na moldura do: não és tu, sou eu; um famigerado cliché, mas que é a inteira verdade neste tipo de situações.
O ideal é arranjar uma desculpa qualquer, fazer uma lista com os defeitos da(o) visada(o), acender o rastilho da discussão final com uma trivialidade qualquer, vulgo - deixaste a puta da toalha outra vez em cima da cama! - sair em grande, e se fores sincero(a) ainda a(o) podes voltar a comer uns meses mais tarde aquando o leito das inevitáveis saudades.
Feliz dia dos namorados.
Friday, February 14, 2014
Monday, February 10, 2014
Já há algum tempo que sou da opinião que a pornografia de fácil acesso na net, é escassa em enredo suficientemente denso para que haja credibilidade na performance e para que as coisas fluam naturalmente, o que me dá especial regalo na hora de bater uma. 90% do que vemos são conversas da chacha entre duas pessoas, e 2 minutos depois lá vai ela chupar o narso do rapaz sem que se construa uma empatia minimamente real.
Revolta-me porque nunca aconteceu assim comigo. Logo, comecei a arranjar narrativas na minha mente suficiente fortes para na hora H gozar que nem um cavalo. Gostava de partilhar convosco uma que criei há uma semana depois de me deitar confortavelmente na cama para dormir.
Lá fechei os olhinhos e imaginei que era o Ivan Cavaleiro, jogador do Benfica B, e que de repente comecei a investir no treino físico, com a ambição de me destacar no clube, recorrendo à ajuda de uma personal trainer de 30 anos - de figura inspirada numa gaja que tinha visto nos corredor dos molhos do jumbo nesse dia: rabo perfeito, redondo e arrebitado, cabelo moreno mais ou menos pelos ombros e pernas bem torneadas - Laura, muito simpática, e para tornar toda esta situação mais dramática acrescentei à mulher um filho, de meses, e um casamento conturbado mas feliz.
Com os treinos de velocidade que fazíamos eu progredia a olhos vistos. Nos treinos comecei-me a destacar com os golos e dribles fantásticos que fazia. Nessa altura eu e a Laura tínhamos apenas uma relação como de mãe para filho. Almoçávamos juntos, planeando o próximo rumo dos meus treinos, falávamos meramente dos meus objectivos. Começo a alinhar no Benfas para a liga e a fazer jogos estrondosos. Ela manda-me mensagem a congratular-me e a avisar-me quando ia à Luz ver os jogos com a família.
Nas nossas sessões de ginásio a conversa passou a ser mais profunda, começou a falar do casamento, o marido via-lhe as mensagens, começou a ficar desconfiado, as discussões eram prato do dia por causa de mim. O filho chorava. Ela chorava e eu abracei-a. Disse-me que não podia continuar a ser minha pt. Aceitei, resignado, mas ainda olhava para ela com uma mãe. Comia umas bacanas estilo casa dos segredos nas saídas à noite, arrastando-as à minha pequena fama. A Laura não me saía da cabeça.
Na janela de transferências do verão saí para o Arsenal por 30 milhões. JJ diz na Bola que quando eu saí o fifica perdeu a hipótese de singrar na 'Xamps'. Joguei e deslumbrei na Inglaterra, 25 golos por altura do Boxing Day. Titularíssimo. Voltei a Portugal no Natal, e eis que encontro, num desses dias frios, a Laura no Colombo. Não sei o que me deu, mas ela estava muito diferente. "Pensar é estar doente dos olhos", já dizia Fernando Pessoa, e os meus olhos viam a Laurinha de maneira diferente. Abracei-lhe e admirava-lhe as formas, que sempre foram as mesmas, mas agora não sei porquê a testosterona queria participar na longa conversa que tivemos até ao jantar.
Disse-me que se divorciou, que vivia com o filho, e que naquela noite o puto estava em casa dos avós. Eu investia dizendo que sentia saudades dela e que muito me ajudou na minha carreira em Inglaterra. Era a hora de retribuir com a minha pila. Comemos num restaurante qualquer e dali saímos, fomos até casa dela, ela foi buscar o vinho, bebemos, bebemos mais um bocado e estávamos a ver um filme antigo no Hollywood. Casablanca, se bem me recordo. Na parte em que o preto começa a tocar a música que a senhora lhe pediu beijamo-nos, ficamos nos amassos e ela começa avidamente a chupar o meu pau que parecia que ia explodir de tanta pressão sanguínea. A baba a escorrer da boca dela enquanto me cuspia no pénis. Perdi-me no perfume dela, fui-lhe ao cu enquanto lhe puxava os cabelos, e ela gemia de dor e prazer. Fui buscar o cinto para a amarrar à parede, e pedia-lhe para fingir que não queria, que era violação. Enquanto isso, a minha palmira subia para sima e para baicho num movimento veloz e o caudal de leite inundou uma boa parte do lençol. Uma das melhores punhetas flácidas da minha vida.
Revolta-me porque nunca aconteceu assim comigo. Logo, comecei a arranjar narrativas na minha mente suficiente fortes para na hora H gozar que nem um cavalo. Gostava de partilhar convosco uma que criei há uma semana depois de me deitar confortavelmente na cama para dormir.
Lá fechei os olhinhos e imaginei que era o Ivan Cavaleiro, jogador do Benfica B, e que de repente comecei a investir no treino físico, com a ambição de me destacar no clube, recorrendo à ajuda de uma personal trainer de 30 anos - de figura inspirada numa gaja que tinha visto nos corredor dos molhos do jumbo nesse dia: rabo perfeito, redondo e arrebitado, cabelo moreno mais ou menos pelos ombros e pernas bem torneadas - Laura, muito simpática, e para tornar toda esta situação mais dramática acrescentei à mulher um filho, de meses, e um casamento conturbado mas feliz.
Com os treinos de velocidade que fazíamos eu progredia a olhos vistos. Nos treinos comecei-me a destacar com os golos e dribles fantásticos que fazia. Nessa altura eu e a Laura tínhamos apenas uma relação como de mãe para filho. Almoçávamos juntos, planeando o próximo rumo dos meus treinos, falávamos meramente dos meus objectivos. Começo a alinhar no Benfas para a liga e a fazer jogos estrondosos. Ela manda-me mensagem a congratular-me e a avisar-me quando ia à Luz ver os jogos com a família.
Nas nossas sessões de ginásio a conversa passou a ser mais profunda, começou a falar do casamento, o marido via-lhe as mensagens, começou a ficar desconfiado, as discussões eram prato do dia por causa de mim. O filho chorava. Ela chorava e eu abracei-a. Disse-me que não podia continuar a ser minha pt. Aceitei, resignado, mas ainda olhava para ela com uma mãe. Comia umas bacanas estilo casa dos segredos nas saídas à noite, arrastando-as à minha pequena fama. A Laura não me saía da cabeça.
Na janela de transferências do verão saí para o Arsenal por 30 milhões. JJ diz na Bola que quando eu saí o fifica perdeu a hipótese de singrar na 'Xamps'. Joguei e deslumbrei na Inglaterra, 25 golos por altura do Boxing Day. Titularíssimo. Voltei a Portugal no Natal, e eis que encontro, num desses dias frios, a Laura no Colombo. Não sei o que me deu, mas ela estava muito diferente. "Pensar é estar doente dos olhos", já dizia Fernando Pessoa, e os meus olhos viam a Laurinha de maneira diferente. Abracei-lhe e admirava-lhe as formas, que sempre foram as mesmas, mas agora não sei porquê a testosterona queria participar na longa conversa que tivemos até ao jantar.
Disse-me que se divorciou, que vivia com o filho, e que naquela noite o puto estava em casa dos avós. Eu investia dizendo que sentia saudades dela e que muito me ajudou na minha carreira em Inglaterra. Era a hora de retribuir com a minha pila. Comemos num restaurante qualquer e dali saímos, fomos até casa dela, ela foi buscar o vinho, bebemos, bebemos mais um bocado e estávamos a ver um filme antigo no Hollywood. Casablanca, se bem me recordo. Na parte em que o preto começa a tocar a música que a senhora lhe pediu beijamo-nos, ficamos nos amassos e ela começa avidamente a chupar o meu pau que parecia que ia explodir de tanta pressão sanguínea. A baba a escorrer da boca dela enquanto me cuspia no pénis. Perdi-me no perfume dela, fui-lhe ao cu enquanto lhe puxava os cabelos, e ela gemia de dor e prazer. Fui buscar o cinto para a amarrar à parede, e pedia-lhe para fingir que não queria, que era violação. Enquanto isso, a minha palmira subia para sima e para baicho num movimento veloz e o caudal de leite inundou uma boa parte do lençol. Uma das melhores punhetas flácidas da minha vida.
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